sexta-feira, 3 de junho de 2011

Nove - 4ª Proposta de Trabalho - Infografia

O objectivo da 4ª Proposta de Trabalho era a realização de uma Infografia acerca de um tema que ficava ao nosso critério. Eu e o meu parceiro, João Gonçalves, após pesquisarmos algumas infografias à procura de inspiração para a realização do nosso trabalho, decidimos fazer uma Infografia acerca do filme ‘Inception’, de Christopher Nolan, visto ser um filme que causa um pouco de confusão e levanta algumas questões. Com esta Infografia, pretendíamos atenuar essa confusão, explicando a base do filme: ou seja, os diferentes níveis dos sonhos que as personagens principais percorrem para conseguirem implantar uma ideia na mente de uma personagem. Além de explicarmos os níveis, quisemos também explicar como é que as personagens saíam desses níveis. O resultado foi este: 



Após vermos algumas Infografias spbre este filme, discutirmos como contruiríamos a nossa infografia e decidimos que seria mais fácil a sua leitura se fizéssemos um círculo dividido em várias ‘fatias’, sendo que em cada uma dessas fatias colocaríamos uma imagem para cada um dos níveis de sonhos, explicando algumas coisas sobre cada nível: quem sonhava, a duração do sonho e o objectivo. Relativamente aos ‘kicks’ dos sonhos, apenas explicamos como o ‘kick’ era conseguido. É importante referir que dividimos este círculo em duas áreas nucleares: a superior, onde se encontram os níveis dos sonhos e a inferior, onde se encontram os ‘kicks’. No centro do círculo maior, colocamos um círculo menor com uma única palavra: LIMBO, que é um espaço pouco explicado no filme para onde supostamente vão as personagens que morrem durante um dos níveis dos sonhos e ficam presas num nível que não tem saída.

Para facilitar ao leitor a leitura da nossa infografia, decidimos também colocar uma seta em redor do círculo do Limbo, seta essa que tem a sua partida no nível um e que se desloca em direcção ao último kick.

Debaixo do título da Infografia ‘Inception’ colocámos uma frase do filme. Colocámos também, debaixo da Infografia, uma breve introdução onde explicamos ao leitor sobre o que se trata a nossa infografia e como a deve interpretar.

As imagens que utilizamos foram extraídas do filme e o tipo de letra que utilizamos é também o tipo de letra oficial do filme. Estas foram algumas das tipografias que encontramos:





quinta-feira, 2 de junho de 2011

Oito - Infografia

A Infografia é uma representação visual de informação, onde a informação é explicada de forma mais dinâmica: é vulgar em mapas, no Jornalismo, em manuais escolares, técnicos, científicos... A sua especificidade relativamente a outros trabalhos de design e de comunicação visual o facto de que através da Infografia conseguimos conciliar não apenas texto mas também fotografias e desenhos.

Este tipo de trabalhos visuais, em jornais, tem-se tornado cada vez mais habitual. É normalmente um meio utilizado para descrever como aconteceu um determinado acontecimento, quais as suas consequências, quem esteve envolvido... Explica, através da conciliação de imagens, diagramas e textos aquilo que apenas um destes elementos não conseguiria explicar. É um meio útil na medida em que facilita a percepção da audiência e dos leitores se estiver bem organizado e construído.

Uma das primeiras infografias mais conhecidas da história da Humanidade consiste no Estudo de Embriões realizado por Leonardo da Vinci, onde este, numa folha branca, não só escreveu texto relativo ao estado embrionário dum bebé, bem como ilustrou diversas fases do mesmo, conjugando assim imagem e texto e consolidando uma informação mais completa.

Mas as  Infografias tornaram-se mais vulgares no século XIX, após a melhoria das técnicas de impressão e da tipográfica, permitindo que os jornais começassem a utilizar desenhos e fotografias. Desde então, que as tecnologias têm permitido um desenvolvimento que torna as infografias cada vez mais frequente. Contudo, é também importante destacar que as infografias atingiram a sua maior visibilidade durante a Guerra do Golfo.
Seguem-se alguns exemplos de Infografias.
Infografia no jornal 'Público', acerca das Legislativas 2011: http://static.publico.pt/homepage/infografia/politica/legislativas2011/





quarta-feira, 20 de abril de 2011

Sete - 3ª Proposta de Trabalho - Cor

A terceira proposta de trabalho, relacionada com a matéria ‘Cor’, consistia na escolha de três imagens e, a partir delas, alterar o sentido das imagens através da cor. Ou seja, por exemplo, se uma imagem transmitisse alegria, o nosso objectivo seria alterar as cores de modo a que a imagem começasse então a transparecer tristeza.

Escolhemos três imagens: uma imagem do filme ‘Lovely Bones’, imagem essa com várias cores e que transmitia uma certa inocência e alegria por parte do elemento central da imagem: uma rapariga; uma segunda imagem é do filme ‘Pride and Prejudice’. Esta imagem tem cores claras, uma luz característica da madrugada; por fim, escolhemos uma capa de um CD com cores muito pesadas e tentamos mudar um pouco o ‘peso’ da imagem alterando as cores.

Na primeira imagem, alteramos primeiro a cor das roupas da rapariga que se encontra no centro da imagem. Substituímos o vermelho da camisola da rapariga e o azul do seu casaco pela cor preta. No casaco, pintamos ainda de vermelho uns riscos amarelos. As golas da camisa, floridas e claras, foram pinbtadas com um tom mais escuro. O vestuário deu imediatamente mais peso à rapariga. Em seguida, escurecemos o cabelo ruivo da rapariga para cabelo castanho e a pele da rapariga tornou-se mais pálida, dando-lhe um aspecto mais frágil e adoentado. Por fim, tentamos escurecer os olhos mas, como não deu o resultado esperado, pintamo-los de vermelho. Ainda na cara, pintamos os lábios da rapariga de vermelho, como se ela tivesse posto batôn. A imagem da rapariga perdeu a sua inocência inicial e foi substituída pela imagem de uma rapariga malévola. Relativamente ao fundo, decidimos apenas escurecer o céu, como se este estivesse quase a descarregar intensas chuvas e escurecemos também o relvado que surge no canto inferior direito. Toda a cor animada da imagem foi substituída por cores pesadas.

A Imagem Original

O Nosso Trabalho


Relativamente à segunda imagem, o que decidimos fazer foi muito simples. Primeiro, pensamos em colorir a imagem: pintar o vestido da mulher centrada no meio da imagem, pintar o sue livro de outra cor assim como as árvores ao fundo. Contudo, decidimos apenas tentar retirar o destaque da mulher, na imagem, e dar esse destaque ao livro que ela segura. A melhor forma de o fazermos foi o de retirarmos a cor da imagem, colocando em preto e branco e manter um único elemento com cor: o livro.

A Imagem Original

O Nosso Trabalho


Por fim, na terceira imagem, decidimos imediatamente que o que dava mais peso à imagem era o fundo castanho escuro. Portanto, decidimos tornar esse fundo azul escuro mais colorido, pintando-o de azul, como se fosse de noite ou de madrugada. Relativamente à paisagem azul que se vê da porta que está na imagem, decidimos pintar essa paisagem de um tom cinzento e mais escuro. Mantivemos a cor de todos os restantes elementos. Sendo assim, quando comparamos a imagem original com o trabalho que fizemos, verificamos que a cor foi completamente alterada e que, enquanto que a primeira imagem é mais pesada, a segunda se torna mais leve e, ao mesmo tempo, mais infantil.

A Imagem Original

O Nosso Trabalho


Para este trabalho utilizámos exclusivamente o programa Photoshop CS5.

Seis - Cor

A cor é uma das principais características do mundo que nos rodeia. 
É um elemento expressivo e simbólico, de fundamental importância na linguagem visual.


No design gráfico a cor é fundamental quando bem usada torna-se um grande atractivo e proporciona muita eficácia na comunicação visual. Porém muitos profissionais e estudantes desconhecem essa importância e escolhem as cores tendo em conta apenas a estética das cores.


Contudo, as cores podem transmitir informações através de várias associações como: psicológica, fisiológica e sinestésica. Muitas dessas influências cromáticas são universais, outras estão relacionadas directamente com a história pessoal, lembranças passadas, inconsciente colectivo...

A cor não intervém somente por si própria, mas também conforme a sua “situação”. Uma cor só é chocante quando está dissociada e sem relação com as que a rodeiam. O contraste por exemplo, é um poderoso instrumento de expressão, o meio para intensificar e simplificar a comunicação. Ele dramatiza o significado através de formulações opostas. Essa força oposta desequilibra, aguça, choca, estimula, chama a atenção. O contraste é a ponte entre a definição e compreensão das ideias visuais, no sentido de tornar mais visíveis as ideias, imagens e sensações.
A relação entre a cor e o tema ajuda a construir melhor a mensagem no cérebro, por onde passa por um conjunto de associações inconscientes que podem aumentar ou diminuir o entendimento, a assimilação e as sensações e reacções dos leitores. Quanto à relação entre a ordem de leitura desejada, a cor pode ser responsável pela escolha de qual a matéria que será lida primeiro, qual a imagem que será mais bem recebida e memorizada etc.










quinta-feira, 7 de abril de 2011

Cinco - Tipografia

“Tipografia é transformar um espaço vazio, num espaço que não seja mais vazio. Isto é, se você tem uma determinada informação ou texto manuscrito e precisa dar-lhe um formato impresso com uma mensagem clara que possa ser lida sem problema, isso é tipografia.”
Wolfgang Weingart

A Tipografia é conhecida como a impressão dos TIPOS e está a desaparecer com o desenvolvimento do computador. Tipologia é o estudo da formação dos tipos, esta por sua vez cresce a cada dia. Para ser mais claro, convém  explicar que o termo tipo é o desenho de uma determinada família de letras como por exemplo: Verdana, Futura, Arial, etc.


As variações dessas letras (ligth, itálico e negrito, por exemplo) de uma determinada família são as fontes desenhadas para a elaboração de um conjunto completo de caracteres que consta no alfabeto em caixa alta e caixa baixa, números, símbolos e pontuação.


Os tipos constituem a principal ferramenta de comunicação. As faces alternativas de tipos permitem que nós demos expressão ao documento, para transmitirmos instantaneamente, e não-verbalmente, a atmosfera e imagem.

Um bom design é aquele que utiliza bem as potencialidades da tipografia. Aliás, não é por acaso, que os designers de qualidade conseguem ver pelos tipos de letra utilizados se, quem fez determinado projecto, é ou não profissional.


Na era da Revolução Digital, também não é de admirar que a tipografia seja uma área bastante complexa, recorrendo a tecnologias específicas e bastante avançadas, para obter o melhor resultado em ecrã, impressoras postscript, plotters, etc.

Falar em tipografia digital é falar em criação de famílias de tipos (para serem utilizados nos computadores pessoais em diversas aplicações, por exemplo), mas também na criação de logótipos, letterings, títulos, enfim, todo um universo tipográfico que recorra ao design de tipos para fins específicos e por vezes únicos (ex: logótipo).


A seguir seguem-se uma série de exemplos de trabalhos feitos com tipografia.










Quatro - 2ª Proposta de Trabalho

Este segundo Projecto consistia em representar visualmente três poemas dos três principais heterónimos de Fernando Pessoa: Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis. Este trabalho, sobre Tipografia, tinha de ser feito exclusivamente com a utilização de letras e palavras. Como tal, após uma leitura atenta dos poemas, desenhamos um esboço do que poderíamos fazer para cada um dos poemas.


O primeiro a ser concluído foi o trabalho de 'Alberto Caeiro', que se encontra mais abaixo. Neste trabalho, decidimos representar um campo com trigo ou milho e, no horizonte, o sol. No interior do sol, colocamos o poema a letras cinzentas que contrastam imenso com as cores do resto do trabalho e essas mesmas letras destacam-se das outras por terem inúmeras rectas. Dessa forma, representamos Alberto Caeiro pela representação da natureza que ele tanto aclama nos seus poemas e representamos a desvalorização do pensamento através da inclusão do poema numa cor triste e com a presença de rectas. O sol foi feito com uma letra C e o trigo/milho no campo com letras.



O segundo trabalho foi o de Álvaro de Campos, o heterónimo de Fernando Pessoa que proclama o mundo industrial, as máquinas, as tecnologias... dessa forma, tentamos criar uma máquina com palavras. Essa máquina teria engrenagens feitas com letras, algo que conseguimos fazer com bastante sucesso e o poema espremido por entre essas engrenagens e enrolando-se depois em redor de uma roda. Neste trabalho, decidimos ainda dar ênfase ao 'r r r r r eterno', destacando esses mesmos r's como resultado do trabalho das engrenagens. Esses r's são destacados com outras cores, como se fossem faíscas a saltaram do movimento da máquina. Segue-se o trabalho:



Por fim, fizemos o trabalho de Ricardo Reis que, para nós, foi o mais difícil de representar. Neste trabalho não sabíamos como representar a tristeza transmitida pelo poema. Contudo, conseguimos criar a silhueta de uma mulher sentada a segurar flores e a admirar o rio. Para demarcar a tristeza que impregna o poema, decidimos modificar a letra 'i' na palavra triste para lhe dar a forma de uma lágrima, dando a ideia de que o próprio poema está a chorar. Toda a imagem tem cores bastante claras e tristes, especialmente o poema, que tem uma cor suave e triste: o cinzento. A cor das flores são o único elemento vivo que se destaca no trabalho.


quinta-feira, 17 de março de 2011

Três - Projecto CD

A música que escolhemos foi a ‘Play The Game’ dos The Queen, tal como está no post Um, mais abaixo. Para esta música, escolhemos algumas palavras-chave, nomeadamente: heart, brain, mind, cigarette e head. A nossa ideia inicial era colocar a imagem de um cérebro no qual iríamos inserir a imagem de um homem a dormir, que ilustrasse o verso ‘Rest your weary head’. Aí colocaríamos também a imagem de um indivíduo a fumar um cigarro para ilustrar o verso ‘Light another cigarette and let yourself go’. Contudo, esta ideia parecia-nos pouco viável e encaramos algumas dificuldades em representá-la.


Portanto, decidimos adoptar outra ideia, mais simples mas que também enquadrasse estes conceitos. Sendo assim, decidimos cortar a palavra ‘head’ da nossa lista de palavras-chave e trabalhamos na palavra ‘mind’. Queríamos algo que fosse abstracto e confuso, que simbolizasse a mente, como tal, decidimos procurar uma imagem de arte abstracta para ilustrar o interior da mente. Por cima da imagem da mente pretendíamos colocar a imagem de um coração e de um cigarro. Conseguimos colocar a imagem do coração adequadamente, no entanto a imagem do cigarro não ficava bem enquadrada junto ao coração. Encontramos, portanto, outro problema na construção do nosso projecto. Como tal, a nossa primeira construção resultou no seguinte:

Imagem do 1º Projecto


Contudo, achamos que seria essencial colocar o cigarro e algum elemento visual que simbolizasse também o cansaço para que ilustrássemos os versos acima mencionados que, na nossa opinião, são centrais na música que escolhemos. Portanto, o nosso projecto sofreu novamente alterações e desta vez um pouco mais significativas: retiramos o coração que tínhamos colocado, mantivemos o fundo e colocamos o seguinte: um homem, de roupão e pijama, que simbolizasse o cansaço, visto que o indivíduo se encontrava vestido de uma forma mais informal e desleixada, como se se preprarasse para ir dormir. Esse homem fumaria um cigarro e a partir do fumo do cigarro desenhamos através do photoshop um coração de fogo. Consideramos então que esta foi a melhor construção para ilustrar a música:

Capa do Trabalho Final 




Bolacha do Trabalho Final


Assim, na mente do homem (o fundo), é representado o cansaço (através do homem) que acende um cigarro para descontrair (Light another cigarette and let yourself go) e se prepara para jogar o jogo do amor (simbolizado pelo coração).

Dois - A Linha e o Ponto

A Linha e o Ponto


Um ponto é considerado o elemento mais simples da geometria, do qual obtemos todos os outros elementos. Podemos mesmo dizer que o Ponto é o que resulta da marcação do nosso lápis numa folha de papel branco.








 A Linha, por sua vez, resulta do movimento de um ponto para uma determinada direcção. Caso o ponto se dirija sempre para a mesma direcção, obtemos uma linha recta.
 Contudo, o ponto pode movimentar-se em vários tipos de direcção e a partir disso podemos desenhar vários tipos de linha: mista, curva e a quebrada. Em baixo coloco alguns exemplos.




A Linha Mista

A Linha Curva

A Linha Quebrada

sexta-feira, 11 de março de 2011

Um

Música utilizada para o 1º Projecto de Design de Comunicação Visual

Open up your mind and let me step inside
Rest your weary head and let your heart decide
It's so easy when you know the rules
It's so easy all you have to do
Is fall in love
Play the game
Ev'rybody play the game of love

When you're feelin' down and your resistance is low
Light another cigarette and let yourself go
This is your life
Don't play hard to get
It's a free world
All you have to do is fall in love
Play the game everybody play the game of love

My game of love has just begun
Love runs from my head down to my toes
My love is pumping through my veins (play the game)
Driving me insane
play the game play the game play
the game play the game

*Pause for Guitar*

Play the game everybody play the game of love

This is your life - don't play hard to get
It's a free free world all you have to do is fall in love
Play the game yeah play the game of love
Your life - don't play hard to get
It's a free free world all you have to do is fall in love
Play the game - ev'rybody play the game of love... 

Vídeo: